Do pós-operatório ortopédico à dor crônica do cão idoso, o atendimento é domiciliar: avaliar o animal onde ele vive mostra como ele sobe no sofá, como levanta do piso frio e onde evita apoiar.
Após cirurgias ortopédicas e de coluna — ruptura de ligamento cruzado, luxação de patela, fraturas, hérnia de disco — o objetivo é devolver carga, amplitude e massa muscular sem comprometer o reparo. O plano acompanha as fases de cicatrização e as restrições definidas pelo cirurgião.
Dor aguda e crônica mudam a forma de andar, deitar e subir. O trabalho combina recursos físicos, exercício terapêutico e ajustes na rotina da casa, em conjunto com o veterinário responsável pela medicação.
Lesões de tecidos moles e articulações exigem progressão medida: carga suficiente para estimular o reparo, sem gerar nova lesão. A evolução é registrada e comparada em cada reavaliação.
Em pacientes neurológicos o foco é a reeducação do movimento e do controle neuromuscular, com metas funcionais claras: apoiar o membro, levantar sozinho, andar com estabilidade.
Perda de mobilidade raramente é “só idade”. O trabalho preserva autonomia — levantar, subir, caminhar — e reduz o desconforto no dia a dia, com adaptações simples na casa.
Agility, obediência, cães de busca e de serviço. O condicionamento é planejado como treino, não como tratamento: fortalecimento específico, simetria de movimento e controle de carga ao longo da temporada.
Exame biomecânico completo antes da temporada: marcha, amplitude articular, força, simetria entre os lados e pontos de sobrecarga. É o que define o que treinar e o que corrigir.
Plano de condicionamento periodizado, integrado ao calendário de treino do condutor, com reavaliação em intervalos definidos e ajuste de carga conforme a resposta do animal.
Aquecimento e desaquecimento estruturados, leitura do cão entre as baterias e conduta imediata diante de sinal de dor ou sobrecarga, no local da competição.
Veja também: fisioterapia e performance equina.
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